“Eu sei que não é o meu papel tentar ocupar um lugar de vazio que a abstenção do Estado deixou. Por mais que seja pequeno o que eu faço, é também gigante, porque a esperança é revolucionária. A Ser Ponte, desde o início, me ajuda a lembrar da humanidade que existe em mim, mesmo dentro de um sistema que tenta o tempo todo desumanizar todos que fazem parte dele”.