“Lá no começo, a gente sempre entendeu que o caminho tinha que ser coletivo. A gente ficaria muito mais fragilizado se não tentasse fazer nada. Eu espero que as pontes continuem se fortalecendo e fazendo o que as pontes fazem, né? Que é manter vínculo, ter contato, permitir uma resistência à individualização e à desumanização. Tentar assegurar a garantia de direito através de segurança alimentar, através de saúde, através de diversas outras ações”.